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Fernanda Marques

Nossa Mulher Positiva é Fernanda Marques, que conta como desde cedo quis ser arquiteta. “Cedo comecei a me interessar por arte em geral e acredito que tudo isso contribuiu para que eu optasse pela arquitetura. Durante o segundo grau, a escolha foi tomando forma, muito por base nas minhas vivências”, explicou Fernanda. “Fui a primeira arquiteta da família, mas não a última: uma de minhas filhas, Isabella seguiu os mesmos passos.”




1. Como começou a sua carreira? Não há arquitetos na família, e a escolha da carreira foi bem em acordo com meus interesses. Cedo comecei a me interessar por arte em geral e acredito que tudo isso contribuiu para que eu optasse pela arquitetura. Durante o segundo grau (hoje chamado de ensino médio), a escolha foi tomando forma, muito por base nas minhas vivências, como já citei acima. Fui a primeira arquiteta da família, mas não a última: uma de minhas filhas, Isabella seguiu os mesmos passos. Minha carreira profissional começou no escritório do Aflalo e Gasperini e, após minha saída, optei por inaugurar meu próprio escritório, que em 2022 completou 30 anos.


2. Como é formatado o modelo de negócios do escritório Fernanda Marques Arquitetura? Hoje, no escritório Fernanda Marques Arquitetura, temos arquitetos especializados em suas áreas que desempenham seu papel com muito elegância e com a exigência aos detalhes que eu sempre pratiquei em meus projetos. Temos mais de 40 profissionais que atuam diariamente para entregar com excelência todos os nossos projetos. Arquitetura residencial e incorporação são nossas principais atuações hoje, mas também fazemos projetos corporativos e comerciais. Nos últimos dez anos, criamos uma equipe dedicada ao desenvolvimento de design de produto, essa demanda nasceu da necessidade da criação de peças únicas e exclusivas para meus clientes de arquitetura, e assim evoluímos para hoje termos linhas de produtos e objetos de decoração com marcas renomadas no mercado.


3. Qual foi o momento mais difícil da sua carreira? O momento mais difícil da minha carreira foram os impactos da pandemia sobre a arquitetura. No início houve uma dúvida muito grande sobre o que aconteceria, como aconteceria e como poderíamos continuar desenvolvendo nosso trabalho sem impactar o próximo e ainda assim entregar serviços de qualidade. No final, a resposta foi positiva, nos dando a possibilidade de conhecermos novos clientes, de entendermos formas de trabalho que até então não eram utilizadas. No entanto, após este grande e longo evento, os clientes dão maior atenção a condições gerais de bem-estar em casa, o que passa pela iluminação natural, ventilação, mas também, uma acentuada personalização.


4. Como você consegue equilibrar sua vida pessoal x vida corporativa/empreendedora? Acredito que essa seja a maior dificuldade de empreendedores de forma geral, é preciso um equilíbrio saudável e eficiente para fazer com que os aspectos da nossa vida se desenvolvam em paralelo. Esse equilíbrio você encontra ao longo dos anos e ao longo das diversas demandas da vida no dia a dia. Às vezes, nossa vida corporativa exige mais do que nossa vida pessoal, e vice-versa. Mas sem dúvidas hoje vivo o melhor dos dois mundos, com um escritório consolidado que funciona com uma equipe muito alinhada com os meus princípios e com a vida em casa, com meus filhos, cada um em um lugar do mundo, mas bem encaminhados, e recentemente com meu primeiro neto. Tudo em seu devido lugar e com a manutenção diária de carinho e amor.


5. Qual seu maior sonho? Profissionalmente, meu maior sonho é conseguir manter a qualidade de nossos projetos, continuar fornecendo qualidade e excelência para os nossos clientes. Expandir ainda mais nossos horizontes e poder crescer nossa gama de projetos no exterior.


6. Qual sua maior conquista? A minha maior conquista é diretamente atrelada ao meu primeiro prêmio internacional, o Design Award, em 2012, com o projeto residencial Malibu. Esse prêmio é um dos maiores e mais prestigiados concursos do mundo e sem dúvidas foi um ponto muito importante em minha carreira, além de um start muito forte para todos os outros prêmios que vieram a seguir. Neste mesmo ano, recebemos o mesmo prêmio pelos projetos Banco Geomorph, Banco Infinito e pela mostra Boa Mesa. Tive a honra de receber quatro troféus em minha primeira premiação internacional, que representa um indicador de qualidade mundialmente reconhecido.


7. Livro, filme e mulher que admira. Livro: “Neuroplasticity”, de Philippe Douyon. Filme: “All About My Mother”, de Pedro Almodóvar. Mulher: Zaha Hadid.



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